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Tenho muitas pintas. A quê devo ficar atento?

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo todo. Para se ter uma noção, a Austrália estima que a cada 3 australianos, 2 terão pelo menos um câncer de pele na vida (nós aqui no Brasil, não temos esses dados certinhos. Mas acredite, é muita, muita gente com câncer de pele). Felizmente, a grande maioria deles, inclusive o temido melanoma, é curável se detectado precocemente. Então, no que devemos ficar de olho para descobrir um eventual câncer de pele logo no começo?

 

Uma pinta nova que surge.

A gente fica sempre preocupado com as pintas antigas. Mas a grande maioria do câncer de pele é uma pinta nova que surge. Claro, que ele pode surgir de uma já existente, mas é mais raro. 

 

Uma pinta antiga que esta se modificando com o tempo.

É comum pinta crescer nas épocas de crescimento do corpo mesmo, como na infância. Mas no adulto, que já cresceu tudo o que tinha de crescer, não é pra acontecer isso. Pinta, mesmo antiga, que cresce ou que muda de cor tem que ser avaliada.

 

Uma pinta feia.

Como feia entendemos uma pinta com borda irregular, formato assimétrico e com várias cores. 

 

Casquinha de pele que cai e que volta.

É sempre bom avaliar essas situações. Tem muita lesão de pele benigna que dá isso também. Mas alguns tipos de câncer se manifestam assim no início.

 

Ferida que não cicatriza.

Aquela ferida que já se tem há alguns meses que não cicatriza, ou mesmo aquela região da pele que é mais sensível (que sangra espontaneamente quando passa a toalha, por exemplo), tem que ser avaliada também. 

 

O melhor remédio continua sendo a prevenção. Dê uma olhada nas suas pintas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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